
Ganhei um presente especial da Simone Miletic do blog Porque minhas opiniões não cabiam na telinha da TV
22/10/2009
A Jóia de Medina
14/09/2009
Porque o silêncio vale ouro
Lembra da Maria Mariana?
04/09/2009
Thanks, Whitney



27/08/2009
Alguém traz o Renoir de volta, por favor
O famoso pintor francês que viveu entre o final do século XIX e início do século XX, retratava suas divas em plenitude da forma.16/08/2009
Rapidinha
Tentei ler "Veronika decide morrer" há alguns anos.
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10/08/2009
Reposicione-se
A Damyller é uma indústria de confecção aqui de Santa Catarina.
05/02/2009
E ainda tem gente que me chama de perua!
Sibéle Cristina que me perdoe, mas uma sapatilha é essencial para ser feliz.
Se a sensualidade e a beleza feminina residem em cima de um belo salto, a felicidade, por sua vez, tenho certeza, se acomoda em uma confortável sapatilha.
Invejo mulheres que se arriscam dia após dia sobre um longelíneo scarpin. Chiquérrimas. Sensuais.
Não vou negar que tenha meus momentos de Diva.
Mas basta entregar-me a eles para reconhecer o valor da minha singela coleção de sapatilhas.
Agora, por exemplo, escrevo estas palavras como reconhecimento ao sacrifício prestado por meus pezinhos, que me acompanharam em uma ocasião na qual cabia que se apresentassem em traje de gala pois, munida por meu 1 metro e 63 centímetros, coberta por uma bata esvoaçante e florida, a escolha pela comodidade das sapatilhas me levaria a ser enquadrada em uma lamentável categoria: bujãozinho.
Prefiro a tortura.
Aliás, nada pior para a aparência de uma mulher do que sentir-se amada, segura.
Mas depois conversamos sobre isto.
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Ah! Sibéle Cristina é uma destas mulheres fatais.
Uma fêmea profundamente sedutora que irradia auto-estima, contagiando qualquer uma que desfrute de sua companhia.
Mas este também é assunto para uma outra hora.
31/12/2008
Capítulo I - Fábio Jr. - O primeiro homem que me fez chorar
A primeira versão da novela Cabocla foi ao ar em 1979.
Nesta época eu tinha apenas 1 ano de idade, portanto só posso concluir que o meu grande sofrimento foi gerado por uma reprise da novela. Vale a pena ver de novo.
Eu tinha uns 4 ou 5 anos. Não sei bem.
Eu não costumava assistir novelas. Minha mãe não deixava. Permitia apenas que víssemos o primeiro e o último capítulo de cada novela.
Você deve estar pensando que, com 5 anos, isso até que é razoável.
O problema é que ela manteve esta regra até quase os 18.
Voltando ao Fábio Jr...
Ele e Glória Pires representavam o par romântico da novela Cabocla.
Como a reprise passava durante a tarde, eu não podia sentar para ver a novela inteira, mas sempre que a televisão estava ligada eu dava uma espiadinha, principalmente se o galã estive na tela.
Era apaixonada por ele.
Acontece que eu tenho poucas lembranças desta idade, mas me recordo nitidamente do dia em que Fábio Jr. e Glória Pires se casaram NA NOVELA.
Eu sei que nessa mesma época os dois também casaram na vida real. Mas só tomei conhecimento disso anos mais tarde.
Enfim, ao ver a cena do casamento da cabocla Zuca com Luis Jerônimo - o meu Luis Jerônimo - eu chorei tanto, mas tanto, tanto, que meus olhos incharam e a dor ficou gravada em minha memória até hoje.
Tudo, menos casar.
Eu já havia percebido o namorico dos dois na tela da TV. Mas daí à casar, é bem diferente.
Mas a história não acaba aqui.
Corri para o quarto e lá amarguei minha dor de cotovelo como uma adolescente precoce.
Todos da casa vieram me amparar.
Tentavam me consolar alegando que era "apenas novela". Mas da mesma forma que eu lembro do momento de dor ao assistir o casamento do Fábio Jr., lembro também das risadinhas falsamente contidas de meus familiares diante do meu sofrimento que, provavelmente, julgavam ridículo.
Lembrem que eu tinha entre 4 e 5 anos.
Passavem a mão em minha cabeça e, por cima, se entreolhavam achavam tudo engraçado.
Acho que foi essa lembrança que me fez começar a contar esta história aos quatro ventos.
Não admito virar piada pela boca dos outros!



