
30/09/2009
Ah! A Primavera.

17/09/2009
Desenhando com as palavras
Se amarra em tipografia?
14/09/2009
Porque o silêncio vale ouro
Lembra da Maria Mariana?
04/09/2009
Thanks, Whitney



27/08/2009
Alguém traz o Renoir de volta, por favor
O famoso pintor francês que viveu entre o final do século XIX e início do século XX, retratava suas divas em plenitude da forma.14/08/2009
Ser ou não ser?
Entrevista com a psicóloga Rozângela Alves Justino nas páginas amarelas da Veja desta semana.
05/08/2009
Mistura tudo e... chora!
- Mas é fácil pra pegar essa doença, mamãe?
- Não, filha. Essa doença não se pega. Ela acontece na cabeça das pessoas, mas não é transmitida para os outros.
22/06/2009
Acorda, tio!
O jornalista Gay Talese é um dos mais célebres representantes do new journalism, modalidade que utiliza técnicas de literatura no relato jornalístico.
Este ano, o afamado senhor é presença confirmada na FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty. Evento que ocorre de 01 a 05 de julho na cidade carioca e é responsável por um nó que vem apertando em meu peito com maior intensidade à medida que a data se aproxima e a minha impossibilidade de participar vem se confirmando.
Mas não quero falar de FLIP. Ano que vem eu vou. Juro.
O caso é que o experiente tiozinho aí de cima concedeu entrevista à Veja na semana passada e, em geral, deu uma aula de jornalismo.
Mas não distribuiu diploma, lamento.
Acertou ao comentar os danos originados pela aproximação da imprensa com o poder e ao criticar a excessiva preocupação com o "politicamente correto".
O problema ocorreu quando o mestre resolveu falar sobre internet.
Falou, falou... e só provou que não entende nada sobre o assunto.
Ao afirmar que a internet gera um lamentável "conhecimento linear", pois as pesquisas no Google focam em um único assunto privando o indivíduo de uma visão ampla de mundo, Talese demonstra inabilidade digital.
Qualquer um mais familiarizado com a web evitaria o equívoco de resumi-la ao Google, ainda que a empresa responsável pelo serviço de busca seja um gigante na área digital, resumir a experiência on line a ela é prova de pouca familiarização com o meio.
Quem busca informação na internet tem por hábito fazer a "varredura" diária dos jornais mais tradicionais que, para garantir posição de destaque no setor de comunicação, já se preocuparam em oferecer na rede a mesma credibilidade pela qual são reconhecidos no papel.
Além disso, o equivocado jornalista resumi os blogs a canais de fofoca.
Infelizmente, este senhor de conhecimento reconhecido e idade avançada deve ter dado uma olhada em alguns blogs há alguns anos.
Com velocidade assustadora a tecnologia vem se transformando e imprimindo o mesmo ritmo frenético à comunicação digital.
Realmente. Quando surgiram, os blogs se resumiam a diários pessoais e páginas de fofocas.
No entanto, o meio vem se profissionalizando e, o que era apenas entretenimento, hoje se obriga a seguir rigorosos critérios éticos.
Jornalistas consagrados e personalidades de diversas áreas tem utilizado os blogs para publicar informação e/ou expressar opinião.
Por ser de fácil utilização, permitindo que qualquer um que não seja um analfabeto tecnológico faça uso de seus recursos e, ao mesmo tempo, oferecer possibilidade ilimitada de divulgação, além de se consagrar como canal de comunicação direta com o público/leitor, a criação de blogs vem atraindo tanto os grandes veículos quanto o cidadão comum.
Esta prática, inclusive, favorece a disseminação daquilo que o próprio senhor Gay Talese defende como o caminho ideal a ser trilhado pelo jornalismo. Ou seja, tira o foco de geração de informação do poder político/econômico e o transfere para os diversos setores da sociedade. Deixa de receber informação manipulada pelos canais oficiais e passa a gerar informação de acordo com a percepção da "vida real".
Por isso, é lamentável que o citado jornalista se contradiga devido ao descuido (ou prepotência) de falar sobre o que não conhece. Continue lendo >>
16/03/2009
Perdão
Não foi por falta de consideração que passei os últimos dias sem postar. Também não foi por falta de assunto.
Na verdade, tô um pouco perdida. Muitas possibilidades, as vezes, nos deixam sem saber que caminho seguir.
Conversa fiada. Esquece.
Não tem desculpa mesmo. Pura falta de vergonha na cara.
Pior é que não foi só o Penso em tudo que deixei na mão.
Já contei que fui convidada pelo portal italiano Blogo.it pra escrever no blog Das Marias?
Fiquei felicíssissima!
Aí travei!
Não consigo. Simplesmente não to conseguindo.
Não sei o que que é. Se é medo, preguiça, burrice ou macumba.
Mas calma lá que já dou um jeito nisso.
Além disso, to desempregada ainda, que legal!
Calma que piora.
Continuo a mesma consumista compulsiva de sempre, com o agravante que aí vem o inverno e, com ele, os gastos são muito maiores.
Tenho um mega projeto em mente. Delírios de uma pisciana. Mas, o que é o mundo se não um grande hospício?
22/12/2008
Nota de repúdio à VIVO
Já falei que eu amo o natal.
Amo o Papai Noel, as renas, os duendes, as pessoas sorridentes pelas ruas com as mãos cheias de sacolas de presentes. Amo o comércio aberto até mais tarde, as casas enfeitadas, os preparativos.
Nem me importo que tudo isso tenha o objetivo específico de estimular o consumismo. Nem me importo que a imagem do velhinho de barbas brancas e roupa vermelha seja fruto de uma campanha publicitária da Coca-Cola. Afinal, eu também amo Coca-Cola.
Tudo nesta época do ano me deixa feliz.
*****
Recebi um envelope da VIVO aqui em casa.
Dentro, um folheto explicativo de uma promoção que eu já havia visto na TV e em revistas.
Acontece que eu não sou muito ligada em celular. Tenho o meu aqui e uso apenas quando preciso.
Detesto falar ao telefone. Faço isso apenas diante de premente necessidade.
Pago um plano pós, mas o mais simples.
Ando pensando em mudar de atitude em relação a isso.
Por causa do blog, tenho estudado a possibilidade de investir em um i-phone.
Por enquanto, são apenas planos.
Mas o tal folheto promocional chegou aqui em casa e parecia tão simples.
Só ligar *9000 e se cadastrar gratuitamente.
Fácil fácil eu ganharia até 10x o número de minutos do meu plano para falar em ligação local com telefone VIVO durante 6 meses.
Ótimo.
Aqui em casa todo mundo é VIVO, o que torna a promoção bastante interessante.
Peguei meu celular, o panfleto e liguei.
Quase foi.
Na hora de cadastrar... CAIU!
Mas isso acontece nas melhores operadoras.
Liguei de novo.
Blábláblá tecle 2, blábláblá tecle 3.
CAIU de novo.
Já devia ter me irritado aí, mas, enfim.... é Natal.
Liguei de novo.
CAIU.
Liguei.
CAIU.
Liguei.
CAIU.
Já era uma questão de honra, então... liguei de novo.
CAIU de novo.
Me mandaram quinhentos números de protocolo por msn.
O que que eu faço com essas porras desses números?
Não dá pra acreditar, mas... eu liguei de novo.
CAIU. CAIU. CAIU.
Puta que pariu!!!!
Não tem espírito de Natal que resista a um inferno de operadora como esta.
*****
Comecei a minha campanha para passarmos todos os celulares aqui de casa para a CLARO.
10/11/2008
Pobres crianças
Por favor, digam se estou louca.
A Educação Infantil é uma área que, assim como a medicina, muda constantemente.
Teorias aceitas incondicionalmente caem por terra num piscar de olhos.
Aquilo que em um momento se entende como certo, passa a ser questionado no momento seguinte.
Práticas que integram o dia-a-dia dos pais e educadores há muito tempo, de repente perdem o valor ou, o que é pior, se tornam condenáveis.
Acho isso saudável, apesar de que, confesso, me guio mais pelo bom censo do que por teorias.
Exatamente por isso estou preocupada.
Prega o meu bom censo (pelo menos aquele que eu acredito que tenho) que crianças devem ir para escola para aprender coisas saudáveis. Coisas que venham a acrescentar em seu crescimento individual e social.
Devem ser estimuladas a desenvolver características positivas.
Aí que mora a minha dúvida!
Tem sido prática recorrente aqui na minha cidade, especialmente em um bairro, as crianças em idade escolar (principalmente na 4ª série, o que corresponde a, mais ou menos, 11 anos) serem levadas pelas professoras, com o auxílio da Polícia Militar, até uma rodovia movimentada que nos liga ao município vizinho para parar os carros que passam e pedir alguma contribuição, a fim de auxiliar na festa de formatura das mesmas.
Os carros passam devagar, param, as pessoas abrem os vidros sorridentes diante dos pequeninos e, geralmente, sacam alguma moedinha.
As crianças agradecem satisfeitas sob o olhar orgulhoso das educadoras.
Cristo!!!
Me desculpem por despir tal situação de qualquer graciosidade.
Mas a verdade é que nossas crianças estão aprendendo a pedir esmolas.
Eu não aceito.
E você?





